Trailer | Avatar






A fox liberou um trailer de três minutos e meio (3:30) do filme Avatar, do diretor e escritor James Cameron.


Resenha | Paranormal Activity


 

Paranormal Activity foi considerado por muitos como o filme mais aterrorizante de todos os tempos, "A Bruxa de Blair" de 2009 (embora o filme seja de 2007) e foi feito um hype GIGANTESCO em cima desse filme. Isso pode criar uma expectativa muito grande, o que pode causar frustações a muitos.

Preview | A Town Called Panic


"Mais assustador do que Psicose! Mais catastrófico do que Armageddon! Mais romântico do que Casablanca! Mais incrível do que A Marcha dos Pinguíns! Mais espetacular do que A Viagem ao Centro da Terra! Seja bem-vindo à Vila Pânico!"


Imagine, agora, uma amizade e interação entre um índio, um cowboy e um cavalo (sim, um cavalo).


É assim que se apresenta A Town Called Panic, filme criado a partir da série homônima que faz grande sucesso pela Europa, principalmente na Bélgica, onde nasceu.


O longa-metragem é uma seleção de pequenos curtas de 5 minutos costurados para se fazer uma história diferente. Na trama, índio (índio), cowboy (cowboy) vão atrás de um presente de aniversário para seu amigo, o cavalo (cavalo) e acabam numa aventura que foi um sucesso na Fantastic Fest, ganhando o Prêmio da Audiência.

Notícia | TwitCritics

O Twitter inova... De novo.



A mais nova ferramenta do passarinho azul é o TwitCritics, que possibilita uma procura por filmes e mostra, através de uma porcentagem, o quão esse filme está sendo bem ou mal avaliado pelos twiteiros de plantão.


O site usa um programa que detecta palavras chaves em tweets de todos os usuários e cria as avaliações. No entanto, ainda em fase BETA de testes, o site já apresenta erros. A ferramenta não leva, óbviamente, em questão, a ironia, gírias ou expressões diferentes, o que pode gerar um número errado (muitas vezes contrário) para filmes que os usuários gostaram.
Mesmo assim, não se trata apenas de críticas sem fundamento. O público, mesmo que não especializado, é, sempre foi e sempre será o grande impulsionador dos filmes e do cinema. Filmes não decolam e tornam-se clássicos apenas pelas boas críticas dos profissionais. Aqueles longas-metragens que você odiou não serão mais problema para os desavisados, afinal, é só checar o site antes e já se pode esperar algo do filme em questão.

Resenha | 9 - A Salvação




 9 - A Salvação é uma animação produzida por Tim Burton e dirigida por Shane Acker que conta a história de nove personagens, nove bonecos de pano que, unidos, têm a missão de reconstituir a vida no planeta.


"Our world is ending but life must go on"


A história se passa num mundo pós-apocalíptico devido a uma guerra entre o Homem e as Máquinas, dominado pelas "bestas", máquinas do mal com características animalescas. - "A busca por tecnologia aproximou a humanidade da perdição" - disse 2, o sábio do grupo. Cada personagem tem uma característica humana atribuída a si: 1 é um pseudo-líder, com características ditatoriais, mas que no fundo, o faz por temer a morte,- "Blind man guinde by fear" - disse, novamente, 2. Sempre protegendo o 2, 8 é o carrasco dos bonecos, um ogro, mas que no fundo não passa de um bobão.

Notícias | Robert De Niro e Jude Law em Thor






Matthias Schweighöfer não só confirmou sua participação no longa do Deus Nórdico como também escalou Robert De Niro e Jude Law no filme de Thor.


O rumor da entrevista, dada à revista German GQ foi até os ouvidos dos atentos boateiros do site Ain't It Cool News que o aceitaram. Sendo assim, vamos nessa também!




A questão agora, é outra: Quais serão os papéis dos dois na trama?

Resenha | Distrito 9


O pseudo-documentário sci-fi é envolvente, mas meticuloso demais. No fim, fica aquele gostinho de quero mais.. Algumas falhas no roteiro e na direção do estreante Neill Blomkamp (que era cotado para dirigir o filme de Halo), no entanto, acabam por deixar o filme pesado e um tanto cansativo em certos momentos.


A crítica política é ótima e o cenário idem. Nada melhor que mostrar uma cisão social do que a África do Sul, palco do famoso apartheid. É lá que tudo começa e tudo parece terminar.



O filme parte do ponto de ebulição de tal conflito. Há 20 anos, uma nave alienígena sobrevoa, parada, o céu de Joannesburgo e os prawns (camarão), apelido pejorativo adotado pelos humanos para chamar os alienígenas, referência à aparência crustácea, vivem entulhados em uma favela sucateada. Como nenhum relacionamento é feito só de bons momentos, as diferenças se tornam insuportáveis quando os aliens começam a deixar suas casas e adentrar o território humano.
Todo filmado e apresentado como documentário, o filme beira o nível de um manual didático. A cada passo do protagonista, ouvimos um comentário em off. A nave se mexe 20 centímetros e lá está, novamente, outro comentário em off, agora de um engenheiro. Para explicar uma repressão humana, lá vem o chefe da MNU (versão fictícia da ONU, que trata dos casos entre as espécies) falando. E todos sabemos que nada em exagero é bom. Fica insuportável a partir do momento que outro nível de comentário aparece. Além das falas do momento factual, onde câmeras acompanham Wikus Van de Merwe (Sharlto Copley), temos os comentários desses especialistas, familiares e outros personagens no futuro, relembrando o que houve.

O roteiro segue a já conhecida fórmula estrutural de viradas clássicas, que não precisa de tal nível de explicações para ser entendida: conhecemos o herói, parte do grupo que é preconceituoso e que de repente se vê no lugar do inimigo, tendo que agir como um deles. Sendo assim, o herói aprende que seus aliados não eram exatamente quem ele pensava. É a política-humanista para iniciantes, nada como fazer alguém provar do desprezo que o próprio preconceito gera para perceberem quão preconceituosas elas são.



O maior acerto do filme fica por conta dos efeitos especiais. O realismo dos movimentos e características dos aliens, armas, naves e robôs é impressionante. Milagre da casa de pós-produção de Peter Jacksson com os alegados 30 milhões de dólares gastos só para provar que seu protegido, Neill Blomkamp, pode fazer. Mesmo assim, os arcos são entediantes e previsíveis. Sogro militar malvado, soldado brutamontes chefão de fase, mártir que dá a meia-volta para salvar o recém-feito amigo, tudo aquilo que estamos cansados de ver.
Nota: 6,5

Trailer/Preview | Mary and Max


O estreiante Adam Elliot traz um filme baseado em história real (sua própria) para as telonas depois de ganhar o Oscar pelo seu curta-metragem Harvie Krumpet.


O filme, que conta com um visual um tanto quanto antiquado, narra a história de Mary, jovem australiana que sofre pela falta de amizades e Max, novaiorquino velho e obeso, hostilizado por suas neuroses e inseguranças. As vozes são de Toni Collette (Mary) e Phillip Seymour Hoffman (Max), mas como já foi dito em Sundance, onde o filme teve 95% de votos favoráveis, os papeis são explorados de tal forma que chega a ser difícil reconhecer as vozes dos atores.


A história é baseada na amizade de 20 anos que o diretor compartilhou com um homem de Nova York.



Notícia | Pôster britânico de "O Imaginário de Dr. Parnassus" é revelado

Um lindo pôster para um que promete ser um belíssimo filme.


A síntese de personagens e histórias é feita de forma perfeita e em pura harmonia com o clima que o trailer nos passa desse longa-metragem, último de Heath Ledger e que ainda conta com participações de Johnny Depp, Jude Law, Collin Farrel.


Sem mais delongas, o pôster do ano:



Resenha | Bastardos Inglórios




Bastardos Inglórios, o que dizer sobre esse filme? Eu poderia muito bem resumí-lo em uma palavra, mas vou ter que falar mais a seu respeito.


O filme situa-se durante a segunda guerra mundial, auge do movimento nazista e da perseguição aos judeus. Mas esqueçam todos os filmes de guerras que se passam nessa mesma época, esse em questão terá uma abordargem completamente diferente.


Coronel Hans Landa (Christoph Waltz) ,conhecido como “Caçador de Judeus”, é o encarregado de procurar possíveis judeus disfarçados nos países da europa. Christoph praticamente rouba a cena, travando uma verdadeira batalha de atuação contra Brad Pitt (Aldo Raine). Pode-se comparar a atuação de ambos atores com o filme Batman: The Dark Knight, em que Heath Ledger (Coringa) apaga os holofotes de Christian Bale (Bruce Wayne/Batman).





Contudo, Brad Pitt não é ofuscado e atua com plena perfeição seu papel: com seu inconfundível sotaque vindo de Tennessee, Aldo Raine é o líder dos “Bastardos”, grupo de judeus que segue à risca a ideia de fazer justiça com suas próprias mãos. Eles matam tropas nazistas, e como não podia faltar um pouco de insanidade tarantina, também cortam os escalpos dos soldados mortos e aos nem tanto felizardos sobreviventes, é dada uma marca: uma suástica nazista na testa.









Há vários papéis a serem enaltecidos como os de Daniel Brühl (Frederick Zoller) e Diane Kruger (Bridget von Hammersmark), além da pequena participação de Mike Myers, mas comentarei apenas sobre mais um personagem, o da linda e charmosa Mélanie Laurent. Ela interpreta Shosaanna, uma judia que refugia-se na França e assume a identidade de Emmanuelle Mimieux, dona de um cinema local. Aparantemente parece um papel secundário, mas com uma atuação bela e forte de Mélanie, seu personagem ganha destaque e importância no filme.





Bastardos Inglórios possui belos cenários, muitas vezes caracterizados pelo vermelho, branco e preto (presentes na bandeira do movimento nazista). A sonoplastia é explêndia e a trilha sonora pode ser de profundo estranhamento, mas dá ao filme uma cara única. Agora, comparado aos padrões surreais de derramamento de sangue característico dos filmes de Tarantino (mais especificamente em Kill Bill 1 e 2), o filme é bem light , embora contenha algumas cenas fortes, essas que o fizeram ser proibido para menores de 18 anos.







Em suma, Bastardos Inglórios possui uma ótima história, magnífica fotografia, explêndidas atuações e com certeza, se tiveres algum tipo de preconceito com relação aos filmes do Quentin Tarantino, os perderá ao assistir a esse imperdível filme (como no meu caso). Nota 10

Trailer/Preview | Edge of Darkness




Foi liberado o trailer do thriller Edge of Darkness, filme de dirigido por Martin Campbell e estrelando Mel Gibson. O filme gira em torno do detetive de homicídios Thomas Craven  (Mel Gibson) que investiga a morte de sua própria filha e acaba descobrindo diversos segredos sobre sua vida. O filme estreiará nos cinemas norte-americanos em 29 de janeiro 2010. Aguarde para mais informações a respeito da estréia em terras tupiniquins. 



Trailer via firstshowing

Para assistir em HD clique aqui

Resenha | Deixe Ela Entrar


"Låt den Rätte Komma In" (Deixe Ela Entrar, em sueco), é um filme de 2007, que entrou em cartaz nos cinemas brasileiros dia 2 de Outubro de 2009 e que deve, em 2010, ganhar refilmagem americana.


O filme ganha mais visibilidade depois do crescente domínio do tema entre os adolescentes, graças à franquias como Crepúsculo e séries de mesmo tipo. Todo filmado na fria Suécia e com atores desconhecidos, fez grande sucesso nos festivais em que foi exibido e isso deverá continuar assim, conforme todos vão se rendendo à esta história.





O filme narra a frustração pré-púbere de Oskar (Kåre Hedebrant), garoto de 12 anos que, logo de início, se mostra perturbado pela perseguição na escola, treinando uma vingança com sua faca, em seu quarto aquecido. Oskar conhece Eli (Lina Leandersson), menina igualmente estranha, também com 12 anos (mas já há mais algum tempo) e os dois ficam amigos. Até aí, e depois mais à frente, a trama segue o clichê vampiresco: casal se conhece, um deles é vampiro, o outro inveja o poder, mas nem chega perto de conhecer o sofrimento da maldição, os dois ficam juntos e vivem felizes. O roteiro é seguido à risca pelo diretor Tomas Alfredson, que utiliza-se de convenções técnicas diferentes e acerta arriscando-se. Um desses riscos é a escolha pela tela em Scope (com proporção 2,35:1), um pouco mais estreito que o normal, o que é a cereja no bolo das paisagens gélidas e brancas de neve do contexto.


A linha paralela entre o vampirismo e a adolescência é mais uma vez bem feita e o filme ganha ares de conto de fadas, sem parecer infantil. Moderadamente caricata, o diretor emprega os personagens e situações com referências em pitadas milimétricamente dosadas. O casaco vermelho parecendo a capa do Drácula, ou o fato do "pai" de Eli tomar apenas leite, além da testemunha do ataque ser um criador de gatos. Também dosadas são as cenas de terror, que incluem um rosto desfigurado e uma combustão instantânea sem dó de serem horríveis. O suspense, no entanto, impera e há, claro, uma necessidade de se ater à portos seguros em relação à previsibilidade. Nada que tire o ânimo de se assistir, como em filmes meia-bocas e ridiculamente fáceis de serem compreendidos.


O roteiro encanta pela sutileza e as atuações das crianças impressiona pela profundidade. O final ainda guarda uma carta na mão daqueles que prestam atenção à certas fugas à convenções que as boas histórias gostam de ter.
Nota: 8

Trailer | Paranormal Activity

Pseudo-Preview





Um dos filmes mais hypes do ano e assunto de um Trending Topic quase-permanente no twitterParanormal Activity, originalmente lançado em 2007 (por isso o pseudo), está sendo chamado de o filme mais assustador de todos os tempos. A história gira em torno de um casal que se muda para uma casa e começa a receber "visitas" não desejadas: um espírito, demônio, atividade paranormal, chame como quiser.


O filme teve o mísero custo de US$11 mil (Sim, isso mesmo: onze mil dólares) e não recebeu um pingo de efeitos especiais. Confira as diferentes datas de estréia ao redor do mundo aqui. Infelizmente não tem previsão de estréia nas telonas brasileiras.


Assista ao trailer:


Trailer | Jogos Mortais VI (Saw VI)

"I'm still among you..."





Assista ao trailer de Jogos Mortais VI que estreiará nos cinemas norte-americanos no dia 23 de Outubro e no dia 6 de Novembro nos cinemas brasileiros.



Trailer via ign


Para mais informações entre no site oficial do filme

Notícia | Filme sobre a vida de Moisés será no estilo de 300




Depois de um bastante criticado e controverso A Paixão de Cristo, de Mel Gibson, a bíblia volta à telona. A vida de Moisés será recontada nos cinemas, com o famoso filtro de efeitos especiais de filmes como 300 e Sin City.


Adam Cooper e Bill Colage, roteiristas de comédias, e que estavam cotados para pegar o filme de Moby Dick, que ficou em Stand By nos últimos meses, escrevem.


Segundo informações, a dupla não quer cair nos clichês do Egito, mar vermelho, pragas santas e toda a mesma histórinha de sempre. Baseados em outros documentos e escritas que foram deixadas de fora da bíblia, os dois prometem trazer algo a mais, vamos ver...

Notícia | World of Warcraft contrata roteirista




O roteiro do filme baseado no jogo de estratégia World of Warcraft já tem autor: Robert Rodat, roteirista do bom O Resgate do Soldado Ryan.


Sam Raimi (Homem-Aranha 1, 2 e 3, 4 começando filmagens em 2010) dirige.


O título deve ser Rise of the Lich King, ainda sem datas.

Notícia | Gary Ross pode dirigir Venom




Gary Ross foi escolhido para escrever e possivelmente dirigir o novo filme da franquia da Marvel, o filme-complemento-de-Homem-Aranha 3 Venom. O diretor/escritor foi cogitado também para escrever a continuação Homem-Aranha 4. A Columbia Pictures e a Marvel Studios esperam que ambos os filmes comecem a ser gravados em 2010.


Aguardem para futuras atualizações.

Preview | The Imaginarium of Doctor Parnassus




Heath Ledger, Johnny Depp, Christopher Plummer, Collin Farrel, Jude Law e mais. Com um elenco desses, que filme pode ser ruim?


"The Imaginarium of Doctor Parnassus" teve uma calorosa recepção no Festival de Cannes e deve estreiar no Reino Unido dia 16 de Outubro e no Natal americano. É, também, o último filme em que Heath Ledger (O Segredo de Brokeback Mountain, Batman - O Cavalheiro das Trevas) fez. A morte do ator deixou o filme em Stand By por algum tempo, até que o diretor decidiu que o show deve continuar e trouxe outros três atores para interpretarem o mesmo papel de Ledger.
Na trama, Heath Ledger é Tony, sujeito encrencado com a mafia e sedutor natural que entra para a trupe itinerante do teatro ambulante do Dr. Parnassus (Christopher Plummer) para ajudar a salvar a filha do doutor (vivida por Lily Cole) das garras do diabo (Tom Waits), com quem Parnassus havia feito um pacto em favor da imortalidade. Como Ledger fez apenas um terço de suas cenas no filme, seu personagem é interpretado por Johnny Depp, Jude Law e Collin Farrel, durante as mudanças de mundos e fisionomias que acontecem conforme o filme se desenrola. A direção é de Terry Gilliam.

Notícia | Jamie Foxx viverá Mike Tyson nas telonas




Depois da dúvida, a certeza: Jamie Foxx pode, sim, atuar.
Com uma impressionante atuação como Ray Charles no filme biográfico, Jamie Foxx voltará ao estilo como o boxeador campeão peso-pesado Mike Tyson, no mesmo gênero cinematográfico.


O diretor será o mesmo de Ray, Taylor Hackford.

Notícia | Massacre da Serra Elétrica voltará (de novo)




A notícia de que a Platinum Dunes não renovará o contrato de direitos para a franquia de O Massacre da Serra Elétrica é ótima. O problema é que a Twisted Picture, companhia produtora de filmes como a interminável franquia de Jogos Mortais entrou no lugar.


O plano é dar (outro) reboot na série, ou seja: preparem-se para não verem mais um filme de um ogro gigante correndo atrás de pessoas burras e as cortando em pedaços com uma serra elétrica só para trocar a máscara feita de pele humana.


Stephen Cuzco (O Grito e O Grito 2) deve ficar encarregado de dirigir o terceiro remake da franquia só nessa década, mas dessa vez em 3D. Ao que tudo indica, o 3D parece ser uma boa desculpa para os estúdios refazerem séries que já foram refeitas...

Preview | A Nightmare on Elm Street (Remake)






Ele está de volta. Pronto para matar em alta definição, Freddy Krueger está de volta no remake de A Nightmare on Elm Street. O famoso thriller de 1984 está de volta às telonas para lhe causar mais pesadelos que nunca. Com efeitos surpreendentes e interpretado por Jackie Earle Haley, Freddy Krueger ganha uma nova aparência nesse remake, fazendo com que suas queimaduras muito realistas e seu novo ar horripilante nos proporcione a vontade de permanecer acordados. A Nightmare on Elm Street tem a direção de Samuel Bayer e está previsto para abril de 2010.





Post via sketching up 7

Preview | Toy Story 3





O terceiro filme da série Toy Story (previsto para Junho de 2010) está com trailer novo. Andy, agora com 18 anos, vai para a faculdade e sua velha caixa de brinquedos é doada a uma creche. Woody, Buzz e companhia têm agora a missão de escapar da creche e voltar às mãos de seu querido dono Andy, mas como a vida de brinquedo não é fácil, ocorrem alguns imprevistos como, por exemplo, uma pane no sistema de linguagem do Buzz Lightyear que o faz começar a falar em espanhol.


A animação está impecável e a versão 1.8 de Andy é de impressionar. Com a boa e velha linha de humor dos títulos anteriores, Toy Story 3 promete ser uma divertida aventura para todas as idades. Vale ressaltar que o título terá também uma versão em 3D, o que torna a nova animação da Pixar um dos títulos mais aguardados de 2010 (pelo menos por minha parte).


A seguir o trailer da página oficial do MYSPACE. Clique em cima para visualizá-lo em HD.


TOY STORY 3


Resenha | Wall-E






Quando surgiu a idéia de se fazer um blog sobre cinema, eu sabia que minha primeira resenha tinha que ser sobre algo bom, grandioso, impactante. Por isso, escolhi meu filme preferido, aquele que considero o mais belo e cativante longa-metragem que já vi.


Mesmo parecendo simples e infantil, este filme consegue aquilo que pouquíssimos chegam a tentar. Não posso dar nada menos que um 10 em todos os quesitos.


Wall-E conquista o público já na cena inicial. Sem trilha sonora, o planeta Terra é mostrado deserto, largado, sujo. Um caminho de trilhos sem dono é seguida até que se vê o pequeno autômato protagonista do filme. O robôzinho nos encanta com a rotina de limpeza do lixo deixado pelos humanos que ali já habitaram.




Com visual e fotografia impecáveis, Wall-E já tem profundidade sem ser chato. Mostra-se preocupado em ensinar sem parecer panfletário, como outros documentários que mais querem nos assustar do que melhorar nossas relações com nossa casa flutuante. A Pixar mostra-se, mais uma vez, a melhor e mais apaixonada produtora-criadora da atualidade. Outros aspectos do filme são igualmente elogiáveis: a câmera dinâmica, marca registrada das animações da empresa da lamparina saltitante, está presente em grande estilo, cortesia de Roger Deakins, diretor de fotografia de filmes como "O assassinato de Jesse James" e "Onde os fracos não têm vez".









O filme em si e o protagonista não são apenas um amontoado de referências culturais (à Star Wars, 2001, ET e Contatos Imediatos de Terceiro Grau). Único morador do planeta, junto com uma pequena barata, que lhe acompanha no trabalho manual de compactar as tranqueiras deixadas em solo e empilhá-las em enormes arranha-céus, Wall-E pode ser comparado à Charlie Chaplin: olhos tristes e engraçados, movimentos desastrados e a típica timidez. Assustado certo dia por uma grande nave que pousa em seu setor, Wall-E se depara com um novo robô, por quem se apaixona e que emplaca a continuidade do filme, EVE, e juntos criam uma das cenas mais emocionantes e artisticamente belas de todo o século, a dança no espaço.


Wall-E mostra um futuro aterrorizador, mas esperançoso e consegue percorrer vários gêneros cinematográficos, indo de comédia a drama, passando pelo cinema romântico dramático sem chegar perto do pastelão ou dos filminhos melados, com estilo. Com uma trama que consegue envolver, depois dos primeiros 40 minutos de desenvolvimento, encontramos as razões e complicações da tripulação terráquea (agora já nem tanto terráquea). Centrado e pensador, o filme é uma obra-prima e em todos os 103 minutos nos mostra isso. Ao final, ainda pode-se aproveitar os créditos, verdadeira aula de história da arte, passando das pinturas rupestres à imagens computadorizadas à lá Atari.


Preenchendo todos os quesitos, a Pixar acerta de lado a lado, minuto a minuto, do começo ao fim. O filme deve ser seguido de palmas e pensamentos filosóficos quanto à nossas atitudes. Obrigado, Pixar.





 

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